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25 de novembro de 2009

Vamos ao boletim...


Ok, eis como as coisas estão:


Biomecânica: ok! | Nota: 6,5 | Média: 7.5 | Situação: aprovada!

Fisiologia: ok! | Nota: 9,8 | Média: 9.8 | Situação: aprovada!

Fisioterapia Preventiva: ok! | Nota: - | Média: - | Situação: -

Psicomotricidade: ok! | Nota: 8,0 | Média: 8,0 | Situação: aprovada!

Processos Patológicos Gerais: ok! | Nota: - | Situação: -

Anatomia II: 26/11/2009 | Nota: - | Média: - | Situação: -

Introdução aos Estudos Universitários II: 27/11/2009 | Nota: | Média: - | Situação: -

Recursos Terapêuticos Manuais (RTM): 27/11/2009 | Nota: - | Média: - | Situação: -

Primeiros Socorros: 27/11/2009 | Nota: - | Média: - | Situação: -

~ * ~

Contagem regressiva para as férias! \o/

Beijos.

~

23 de novembro de 2009

Selos e Mimos


Ganhei mais dois selinhos...

O primeiro veio da Aline, do blog Cantinho da Leitura.



Obrigada! :)

Regras:

1. Indicar cinco blogs:

Sonho de Reflexão | Da Estante ao Jardim | Livros, bobagens e guloseimas!

Mania de Ler | Mundo de Papel

2. Indicar três romances que marcaram.

Ok, confesso que amei esse meme! Tudo bem que vai ser meio difícil, afinal foram tantas histórias que vai ser difícil escolher...

I - Jane Eyre, por Charlotte Brontë. Preciso dizer alguma coisa? Quem acompanha meu blog já deve estar careca de saber que sou mega-apaixonada pelo romance entre Jane e Mr. Rochester.


II - O Anjo da Noite, por Diana Hall. Esse foi o terceiro livrinho de banca que li na vida, e até hoje é um dos meus favoritos. Amo a história da mocinha linda e esperta que tem de se disfarçar de feia e estúpida para escapar do tio cruel, e amo mais ainda o fato de o mocinho se apaixonar por ela ainda assim.

~> Entretanto, já adianto que neste caso sou exceção à regra; conheço um monte de gente que leu este romance e não viu nada de mais, muito pelo contrário, chegou a achar ruim. Mas não me importo, eu realmente amo a história de Gwendolyn - ou lady Wren ;) - e Falke.


III - E Agora, Mãe?, por Isabel Vieira. Bem, sem dúvida este é um livro que me marcou desde a primeira vez que li, por recomendação da escola, e que eu aprecio até hoje. Mas não é um romance no sentido água-com-açúcar da coisa, muito pelo contrário: lida com um dos temas mais batidos de todos, que é a gravidez na adolescência.

Confesso que perdi a conta de quantos livros sobre o tema li nos anos da minha própria adolescência, mas nenhum chega aos pés de E Agora, Mãe?. E o que o diferencia de todos outros livros? Absolutamente tudo; a forma como a autora conduziu a trajetória da personagem Jana é muito realista e plausível, os dilemas e conflitos, o receio, o abandono, a renúncia, as pequenas alegrias... ainda assim, porém, tudo é narrado de uma forma tão delicada, comovente e bonita. É um livro triste, mas, ao mesmo tempo, é surpreendentemente feliz. Eu amo essa história até hoje, volta e meia releio, e sempre me comovo da mesma forma.

~ * ~

O outro selinho veio da Mari, do blog Compartilhando Leituras.



Obrigada! :)

Regras:

Leve esse selinho para o seu blog, indique para quantos amigos quiser e responda: Neste Natal eu quero...

Pois bem! Neste Natal eu quero...

~ Que muitas pessoas se lembrem do real motivo da celebração, daquele que é o protagonista da festa, que o conheçam e o aceitem em suas vidas como único e suficiente Salvador.

~ Assistir a uma cantata de natal na igreja - faz tanto tempo que não vejo uma...

~ Participar de algum amigo oculto - faz tanto tempo que não entro em uma dessas brincadeiras...

~ Enviar e receber cartões - faz tanto tempo que isso não acontece...

~ Comprar roupas novas.

~ Dar presentes.

~ Receber presentes! :D Especialmente livros, perfumes, bichos de pelúcia, filmes, sapatos e bolsas!

~ Estar com a minha vida mais definida, que questões como estas já tenham sido respondidas: onde vou morar? onde vou estudar? em que igreja vou congregar? vou conseguir me adaptar bem? quem vai entrar comigo no casamento do meu irmão? vou viajar? vai acontecer o derradeiro passeio anual da JCA? *

~ Viver e testemunhar milagres.

~ Surpresas boas.

~ Canções natalinas - não ligo se é brega, eu gosto e pronto. ;)

~ Família unida, amigos, felicidade, gratidão, saúde, amor, paz, beijos, abraços, carinho, esperança, risadas, e muito mais!

* Tenho a intenção de montar algumas postagens sobre estas atuais indefinições da minha vida, a fim de compartilhar esse tema com vocês e - por que não? - desabafar um pouquinho...

~> Quanto às indicações, bem, como o selinho não especifica, então vou deixar em aberto: quem quiser, é só levar para o seu blog, ok? :)

~ * ~

Bem, é isso.

Beijos e, mais uma vez, obrigada pelo carinho. :)

~

14 de novembro de 2009

Selinhos e etc.


Ganhei mais selinhos...

~ * ~

O primeiro veio da Caline, do blog Mundo de Papel.



Obrigada! :)

~> Parece que o selinho não tem regras, então quem quiser levar para o seu blog, fique à vontade! ;)

~ * ~

O outro veio da AlineK, do blog Cantinho da Leitura.



Obrigada pela lembrança! :)

Regras:

1 - Publicar o selinho no seu blog, dizendo quem o indicou;

Ok!

2 - Responder a pergunta: Quem é que você acha que merece um grande abraço? Por quê?

Todos aqueles que estiverem precisando de um pouco de carinho.

(E quem não precisa?)

3 - Repassar para os blogs que você acha que merecem um grande abraço.

Como o meme não especifica quantos blogs indicar, presenteio todos os que estiverem listados ali ao lado e quiserem o selinho, pois todos merecem um abraço! :)

~ * ~

Pois bem, além dos selinhos, aproveito essa postagem para avisá-los que, novamente, vou entrar em período de provas, começando segunda-feira. Então, já sabem: talvez eu suma daqui e dos blogs que acompanho um pouquinho, mas eu volto! E, se Deus quiser, já praticamente de férias - MARAVILHA! :)

Beijos.

~

12 de novembro de 2009

Até Você Chegar - Judith McNaught


Professora de uma escola para damas da alta sociedade, Sheridan Bromleigh é contratada para acompanhar uma das estudantes, Charise Lancaster, até a Inglaterra, onde encontrará seu noivo. Quando a jovem sob sua responsabilidade foge com um estranho, Sheridan questiona-se como explicará isso ao pretendente, Lorde Burleton.
Stephen Westmoreland, o Conde de Langford, presume que a jovem vindo em sua direção é Charise Lancaster, e a informa sobre sua participação no acidente fatal envolvendo Lorde Burleton na noite anterior. No momento em que iria explicar o mal-entendido, Sheridan também sofre um acidente e fica inconsciente. Ela acorda na mansão de Westmoreland, sem lembrar quem é. A única pista sobre seu passado é o estranho fato de todos a chamarem de miss Lancaster. Tudo o que ela realmente sabe é que está apaixonada por um belo conde inglês, e que sua vida está repleta de maravilhosas possibilidades...

Ok, eu simplesmente amei esta história! \o/

Depois do desgosto com o último livro, decidi partir para uma leitura mais tranqüila, de um gênero que fosse mais ao meu gosto... e, rapaz, escolhi bem! :)

Sabe aquele livro que você não sente vontade de parar de ler? Que ainda que você esteja com sono, com os olhos ardendo, com sede, com fome, que tenha de sair dali a cinco minutos, nada disso importa - você diz vou ler só mais duas páginas e, quando viu, leu dez capítulos?

Quero dizer, sei lá, se quiserem ter uma idéia, apenas imaginem a cena:

Uma garota está tranquilamente em sua casa, quando, de repente, acontece um tremendo APAGÃO e fica tudo muito escuro - ora, ela mora nesse bairro há alguns anos e nunca viu um breu tão intenso tomar conta de tudo como nesse dia, só os faróis dos carros na rua iluminando alguma coisa, um negócio bem impressionante.

Então, a mocinha vira a casa de cabeça para baixo atrás de uma vela, e, quando ela encontra, acende a vela e a leva para o seu quarto. Ela apóia o castiçal na escrivaninha, se senta perto da chama, e alegremente abre o livro que estava lendo, retomando sua leitura com muito gosto, sem se importar com certas amolações - como, por exemplo, o fato de que a mãe dela a toda hora comenta que está muito escuro, que a luz da vela é muito fraca, que a mocinha está forçando a vista, que insiste em dizer apaga essa vela, minha filha; ou o fato de que está MUITO calor e sentar perto da chama não ajuda nada aplacar o desconforto, levando a mocinha a procurar um ângulo que lhe permita segurar o livro com uma das mãos e se abanar com a outra, utilizando seu elegantérrimo leque de 1,99 comprado na feirinha. ;)

E assim o tempo vai passando, a garota lê páginas e mais páginas, a vela vai ficando cada vez menor, a chuva do lado fora torna-se mais forte, o breu mais intenso com o menor número de carros circulando... até que a mãe de nossa mocinha coloca a cabeça no vão da porta do quarto e dá o ultimato: Já está muito tarde, e essa vela está quase no fim, em tempo de causar um acidente... apaga isso de uma vez e vai dormir, filha! Sem opção, a garota apaga a vela e vai se deitar muito insatisfeita, mas quem disse que consegue dormir logo? A história da leitura interrompida fica dançando na mente dela enquanto ela divaga, tomada pela ânsia de saber o que iria acontecer nas próximas páginas...

Sabem como é, algo mais ou menos assim. Apenas uma historinha (verídica?) para ilustrar como me sinto lendo determinadas histórias. ;)

~ * ~

Pois bem, voltando ao livro: a trama é cheia de cenas românticas cutes, de encontros e desencontros, e de muita confusão. É tudo um grande nó, tantos mal-entendidos que podem deixar um leitor mais desatento meio perdido - mas esta é justamente a razão que me fez achar a história tão envolvente, eu mal podia esperar para saber como todo aquele rolo seria desfeito! :)

Como diz o resumo acima, Stephen e Sherry se aproximam após uma série de acidentes e mal entendidos...

Em um lamentável acidente, Stephen atropelou o malquisto lorde Burleton, que não sobreviveu ao choque. Stephen se sentia terrivelmente culpado pelo fato, quando descobriu que além de tudo o homem tinha uma noiva que estava vindo da América, chamada Charise Lancaster. Ele decidiu que iria até o cais recebê-la quando chegasse e dar a terrível notícia, disposto a ajudá-la da melhor maneira possível. Mas acontece que Charise não iria chegar: durante a viagem, quando o navio aportara em algum ponto da costa, ela havia fugido com um joão-ninguém e se casado com ele, deixando sua dama de companhia, Sheridan Bromleigh, em uma situação delicada - como explicar ao noivo traído o que acontecera?

Era nesse estado de ânimo que Sherry se encontrava quando desceu do navio e foi ao encontro do homem que ela imaginava ser lorde Burleton, imaginando como iria contar a verdade, se ele a mandaria para um calabouço inglês - e isso sem mencionar o que pai de Charise faria com ela quando descobrisse! Mas quando o homem - Stephen - foi logo despejando a notícia da morte de Burleton, ela se deu conta de que aquele não era o noivo de sua protegida e, pior ainda, pensava que ela era Charise! Sherry ficou um tanto desnorteada com aquela reviravolta, mas antes que pudesse explicar tudo e esclarecer o mal entendido, ela mesma sofreu um acidente.

A moça passou vários dias inconsciente na casa de Stephen, sob cuidados médicos. Todos pensavam que ela era Charise e, para piorar a situação, Sherry não lembrava de absolutamente nada quando acordou. Assim, também passou a acreditar que era Charise Lancaster.

Tentou fazer perguntas para entender melhor o que estava acontecendo, mas todos lhe davam respostas evasivas... o máximo que lhe disseram é que tinha vindo da América para encontrar seu noivo, que ela logo deduziu ser Stephen - ele parecia tão preocupado com ela, estava sempre por perto, e ela estava na casa dele; quem mais poderia ser seu noivo senão ele?

Stephen até tentou desfazer o mal entendido (outro!), mas o médico o impediu, dizendo que contar sobre a morte do noivo poderia ser muito traumático para a moça, que poderia afetá-la irremediavelmente. Assim, Stephen se torna o 'noivo' de Charise Lancaster - que na verdade não é Charise Lancaster, mas sim Sheridan Bromleigh! :S

Muito louco, não? ;) Espero que ninguém tenha se perdido...

E este é apenas o panorama inicial da história, o ponto de partida para o desenvolvimento da trama... acontecem muitas coisas mais e, se é possível, ainda mais confusão! Mas aí não posso contar, senão vira spoiler... ;)

~ * ~

Pois bem, como se já não fosse ótimo eu ter gostado tanto do livro, o que descubro? Que esta história está relacionada a outro romance de Judith McNaught, o queridinho de muitas chamado Whitney, meu Amor! e que eu AINDA NÃO LI! Como assim, gente? Não creio! :O

Como todo mundo já devia saber antes de mim, Whitney, meu Amor! conta o romance de Whitney e o irmão de Stephen, Clayton. Em Até Você Chegar os dois já estão muito bem casados e felizes, são uma fofura só. Em vários momentos são citadas situações do passado dos dois, que obviamente são narradas em Whitney, meu Amor!. O livro 'deles' deve ser mesmo uma maravilha, e agora eu simplesmente preciso ler, você não estão me entendendo...

Mas como é que eu vou ler se está esgotado em todas as livrarias, e nem no Estante Virtual tem?! :(

~> Mandei um e-mail para a editora Best Seller pedindo informações sobre o livro, e aproveito para deixar aqui meu humilde apelo:

Por favor, publiquem novamente Whitney, meu Amor!, com direito a uma edição linda e caprichada como a que outros livros de Judith McNaught ganharam recentemente! Afinal, um livro tão querido e bem recomendado por diversas leitoras pela blogosfera afora não merece ficar esgotado nas livrarias, não é? ;)

~ * ~

É isso aí. Nada como uma leitura agradável para alegrar nossos dias! :)

~> E que rufem os tambores para este momento solene, pois um livro acaba de receber cinco estrelas no meu Skoob! \o/

Beijos.

~

8 de novembro de 2009

A Quinta Estação - Thales Guaracy


Em cinco momentos da vida de diferentes casais, Thales Guaracy captura o que há de real e o que há de imaginário na construção dos relacionamentos. São histórias carregadas de sutil emoção, nas quais o foco se encontra nas relações humanas, mas que não perdem de vista o substrato histórico nem a observação dos detalhes do cotidiano. As alegrias e dificuldades da vida a dois refletem a face de um Brasil que a duras penas, mas com confiança, reconstrói-se após a ditadura.
Com uma prosa clássica e bem elaborada, o autor reafirma seu lugar de destaque no quadro da novíssima ficção brasileira.

~> Este livro também foi conseguido na Bienal do Livro, no stand da Estante Virtual, o mesmo esquema de O Sári Vermelho: na pressa nem olhei o resumo, escolhi só por causa do autor. Apenas quando cheguei em casa que li a contra-capa e vi do que se tratava o livro que, na verdade, não pareceu tão interessante assim... por isso, coloquei o dito cujo no topo da lista de leituras para decidir logo a questão.

Bem, e o que dizer? É basicamente o que o resumo acima menciona...

Em cinco momentos da vida de diferentes casais,

Na verdade, o livro contém ao todo cinco contos, divididos em 175 páginas. Eu não sabia que se tratava de um livro de contos, mas até aí sem problemas, eu gosto de contos.

Thales Guaracy captura o que há de real e o que há de imaginário na construção dos relacionamentos. São histórias carregadas de sutil emoção, nas quais o foco se encontra nas relações humanas, mas que não perdem de vista o substrato histórico nem a observação dos detalhes do cotidiano. As alegrias e dificuldades da vida a dois refletem a face de um Brasil que a duras penas, mas com confiança, reconstrói-se após a ditadura.

O problema foi que não gostei dos contos. Todos eles falam muito de amor, de paixão de fidelidade, etc; mas não é um amor romântico, é um amor todo errado e cheio de defeitos, que me lembrou um pouco os "amores" retratados nas novelas do Manoel Carlos e que eu não suporto - aquela coisa de estar comprometido com um e flertar com outro, de dizer que ama alguém mas no fundo sentir ódio daquela pessoa, de se dizer apaixonado mas cogitar a infidelidade, e, talvez, colocá-la em prática, etc.

Imagino que o autor quis mostrar os relacionamentos como "realmente são", mas quer saber? Não acho que os relacionamentos sejam como descritos no livro. Não sou ingênua de acreditar num ideal impossível, onde um homem traz flores e faz surpresas todos os dias, onde a mulher está sempre bonita, bem penteada, perfumada e de bom-humor, onde não ocorram brigas e problemas, onde seja tudo um mar de rosas. Mas tenho certeza - e não é uma certeza sem fundamento, do tipo Papai Noel existe!, mas sim um conhecimento real, testemunhado no relacionamento de vários casais que conheço e conheci ao longo da minha vida - de que o amor verdadeiro não é esse decrito em A Quinta Estação. Eu simplesmente não desejaria um amor desconjuntado desses para mim.

~> Quanto à questão histórica: pelo que pude perceber, os contos - apesar de totalmente independentes - seguem uma ordem cronológica, e várias nuances da situação imperante no Brasil e no mundo na época de cada um deles são citadas. Achei essa pincelada de cultura geral muito interessante e válida. E isso sem mencionar todos os países e cidades comentadas e descritas ao longo do livro, uma verdadeira viagem nas páginas. ;)

Com uma prosa clássica e bem elaborada, o autor reafirma seu lugar de destaque no quadro da novíssima ficção brasileira.

Essa "prosa clássica e bem elaborada" foi exatamente uma das coisas que mais me irritou no livro; um exemplo, para vocês terem uma idéia:

Ivan nunca estivera na Europa, detestava tomar vinho no calor e achava bobagem fingir que estava nos Alpes em Mairiporã, mas se não tomasse aquilo ficaria chato, agradando ao tio Geoge agradava a Valentina, não podia estragar aquilo, ela andava tão cheia de si, punha ordem em tudo, cuidava da arrumação, dirigia os homens para a diplomacia e as coisas práticas.

Ufa! Alguém conseguiu respirar lendo isso? Cadê os pontos finais, as pausas? E alguém consegue imaginar 175 páginas escritas exatamente nesse estilo, as idéias se atropelando, um milhão de vírgulas?

Eu sei que o texto foi escrito desta forma intencionalmente, que faz parte da liberdade poética do autor escrever como quiser; mas fiquei cansada, demorei a me acostumar - como eu disse, a princípio achei extremamente irritante, e depois absolutamente cansativo.

Enfim. Pensei seriamente em abandonar a leitura, ou pelo menos deixar para outra hora, mas como não gosto de fazer isso, insisti - pulando várias partes e fazendo uma leitura superficial, é verdade, mas ainda assim. E consegui terminar. Entretanto, para mim essa leitura não valeu a pena... claro que gosto não se discute, o que não me agradou pode agradar a outros. Mas eu realmente não gostei.

~> Antes de finalizar o post, só queria ressaltar uma coisa: este é o segundo livro que leio de Thales Guaracy, o primeiro foi Amor e Tempestade, que comentei neste post. Ao contrário de A Quinta Estação, gostei bastante deste outro livro. Por isso, pretendo dar mais oportunidades ao autor, afinal eu curto bastante a literatura nacional é não vou desistir de um autor tão facilmente. ;)

Beijos!

~